Às vésperas do próximo Mundial, o iG escolheu os uniformes mais “diferentões” das 23 edições do principal torneio de seleções organizado pela Fifa
Uniformes marcantes da Copa do Mundo
Às vésperas do início da 23ª edição da Copa do Mundo, marcada para 11 de junho, a reportagem do iG decidiu relembrar as camisas mais bizarras da história do Mundial. Jorge Campos, icônico goleiro mexicano, não poderia ficar de fora dessa, é claro. O arqueiro de 1,68m coloriu e encantou os jogos das Copas nas três edições em que disputou o torneio. Com uma personalidade única, ele mesmo desenhava as vestimentas, como esta, de 1994.
França – 1978
E quando a França jogou com uma camisa alviverde? A equipe se preparava para o duelo contra a Hungria, na fase de grupos da Copa de 1978, mas os dois times estavam com uniformes brancos. O árbitro brasileiro Arnaldo Cezar Coelho (aquele) observou a confusão, e a França, sem as camisas azuis, que estavam há mais de 400km de distância, precisou recorrer as vestimentas do Club Atlético Kimberley. O episódio é relembrado até os dias de hoje como uma das maiores gafes da história do Mundial.
Brasil – 1982
A Seleção embarcou para a Copa de 1982 com um detalhe peculiar em sua camisa, então, amarelinha tradicional. O detalhe estava localizado no símbolo da CBF, onde uma folha de café foi inserida no escudo. À época, o “raminho” foi uma ação de marketing para o produto que era um dos mais significativos na balança de exportação do Brasil. A atitude partiu de Giulliete Coutinho, empresário que comandava a entidade na ocasião.
Estados Unidos – 1994
Anfitriões daquela edição da Copa do Mundo, conquistada pelo Brasil, os Estados Unidos foram para o Mundial com uma camisa para lá de diferente. Mais tarde, a peça, que misturava um efeito jeans com estrelas espalhadas, virou um clássico, sendo relançada pela fornecedora esportiva recentemente.
México – 1998
Outra vez, a seleção mexicana chamou a atenção por conta de sua camisa peculiar em meio à Copa do Mundo. Com um toque ousado, a fornecedora esportiva da equipe decidiu estampar o símbolo Asteca Piedra del Sol, fazendo assim uma homenagem a cultura do país.
Japão – 1998
Em sua estreia em Copas do Mundo, a seleção do Japão surpreendeu com uma coleção bastante ousada. Chamativa, a camisa de goleiro, usada pelo lendário Kawagushi, possuía chamas, com tons fortes. Apesar de esquisita em um primeiro momento, há quem ache a peça uma das peças mais icônicas de todos os Mundiais.
Camarões – 2002
A seleção camaronesa esteve prestes a inovar na moda, em plena Copa de 2002. A equipe nacional pretendia utilizar uma camisa regata, que já havia sido usada na Copa das Nações Africanas. A Fifa, porém, proibiu o feito às vésperas do Mundial. A fornecedora esportiva de Camarões, então, costurou mangas na cor preta, como forma de protesto dos Leões Indomáveis.


