
Foragido, Piá, ex-Corinthians e Ponte, é preso após fugir da polícia
Reginaldo Rivelino Jandoso, o Piá, de 52 anos, foi preso, na noite desta segunda-feira (2), no bairro Residencial Real Park, em Sumaré, interior de São Paulo. O ex-jogador tinha um mandado de prisão em aberto e teria tentado escapar da abordagem policial.
Desde que encerrou a carreira, Piá já foi preso por diversos motivos: tentativa de assalto, furto a caixas eletrônicos e porte de arma de fogo.
De acordo com a Secretaria de Segurança Pública do Estado (SSP-SP), policiais militares realizavam patrulhamento quando abordaram o suspeito, que tentou fugir. Ele foi capturado e durante a consulta no veículo nada de ilegal foi encontrado.
Contudo, os policiais constataram que o homem tinha um mandado em aberto, por uma condenação de 2 anos e 8 meses de prisão em regime fechado. Ele foi detido e encaminhado à delegacia da cidade, onde permanece à disposição da Justiça.
Extensa ficha criminal
O crime pelo qual Piá foi condenado não foi infomado. Entretanto, o ídolo da Ponte Preta e ex-jogador de Corinthians e Santos tem uma extensa ficha criminal.
Ele já foi detido em outras oportunidades pela prática do crime de furto em caixas eletrônicos entre os anos de 2014 e 2020. Além disso, o ex-meia acumula passagens por porte ilegal de arma de fogo e não pagamento de pensão alimentícia.
Piá foi réu em processos sobre manipulação de resultados esportivos. O ex-jogador também foi acusado de ser o mandante de um assassinato, após uma briga de bar em 1999. Porém, em 2008, ele foi absolvido durante julgamento do caso.

Piá foi ídolo da Ponte Preta no final dos anos 1990
Carreira
Piá começou a carreira na Inter de Limeira e atuou por diversos clubes, principalmente no Estado de São Paulo. O auge do ex-jogador foi no final dos anos 1990 e início dos anos 2000, quando se destacou pela Ponte Preta, onde se tornou ídolo.
O ex-meia teve passagens rápidas pelo Santos e, em 2003, chegou ao Corinthians, onde fez apenas 6 jogos. Piá encerrou a carreira em 2013 pelo União São João de Araras.


